
O pontalete para escoramento de laje custa bem menos quando é de madeira, mas não conta com nenhum dado de carga certificado pelo fabricante. E é em relação a essa troca entre preço baixo e informação técnica que separa madeira e escora metálica na hora de escolher.
No caso da madeira, o corte é feito na hora, sem esperar fornecedor, mas cada pé-direito diferente exige peça nova, e a resistência muda com o tempo, a umidade e o número de reutilizações. Já a escora metálica possui regulagem, o que não necessita de corte, e a capacidade de carga já vem especificada em ficha técnica.
Neste conteúdo, vamos explicar as diferenças, vantagens e limitações do pontalete para escoramento de laje em madeira e metálico. Acompanhe a leitura para saber mais!
É uma peça vertical usada para sustentar fôrma, laje ou viga durante a concretagem, até que o concreto ganhe resistência para se autossustentar. Por exemplo, o pontalete de madeira é cortado sob medida para cada altura, enquanto a escora metálica é regulável e ajustável por rosca dentro de uma faixa de trabalho.
Os dois têm a mesma função, que é sustentar carga vertical durante a fase provisória da obra, mas um pode ser usado poucas vezes ou é descartado pós-obra e outro se adapta a alturas diferentes e é pensado para ser reaproveitado ao longo de várias obras.

Muito usado em obras de menor porte ao redor do Brasil. Possui benefícios relacionados a custo de entrada e flexibilidade de corte, mas com limitações no reuso.
Custo de entrada menor: madeira bruta ou reaproveitada costuma ter preço de entrada mais baixo que escora metálica, principalmente em obras pequenas com uso pontual;
Corte sob medida no canteiro: a equipe corta a peça na hora, sem depender de fornecedor externo nem esperar entrega;
Familiaridade da mão de obra tradicional: em regiões onde o pontalete de madeira ainda é padrão, a equipe já sabe montar e calcular sem treinamento adicional.
Comprimento fixo após o corte: não se ajusta para outra altura, ou seja, cada pé-direito diferente exige nova peça, ao contrário da escora regulável;
Sem capacidade de carga informada pelo fabricante: o dimensionamento depende inteiramente do cálculo do engenheiro responsável;
Degradação com uso e umidade: a exposição ao clima do canteiro causa rachadura, empenamento e apodrecimento;
Empenamento compromete o alinhamento: madeira torta afeta a verticalidade da escora, um problema que o tubo metálico não tem;
Descarte após a obra: por não ser reaproveitável em outra altura, boa parte do lote vira resíduo de canteiro, diferente da escora metálica, que volta para o estoque.
Quando se fala em pontalete para escoramento de laje, a escora metálica se sobressai em relação ao suporte em madeira. Veja abaixo:
A escora metálica se ajusta a diferentes pés-direitos por um sistema de regulagem com pino e rosca, dentro da faixa de trabalho do modelo, sem cortar material nem esperar por uma nova peça. Isso diminui o desperdício e agiliza a montagem em obras com alturas variadas entre pavimentos.
Diferente do pontalete de madeira, a escora metálica vem com capacidade de carga especificada pelo fabricante, na posição fechada e na posição aberta. Esse dado entra direto no cálculo do engenheiro responsável pelo projeto de escoramento, em vez de depender só de estimativa de campo.
Bem conservada, a escora metálica mantém a capacidade de carga original entre uma obra e outra, sem o desgaste progressivo que a madeira sofre com exposição e uso repetido.
Precisamos entender que a comparação de custo entre pontalete de madeira e escora metálica só pelo preço de compra dá uma resposta incompleta.
Por mais que o material em madeira é mais barato, ele perde valor a cada ciclo de uso: corta, racha, empena e, na maioria das obras, não mantém a mesma performance depois de poucas concretagens.
A escora metálica tem um custo mais alto, sim, mas o investimento se dilui ao longo de várias obras, porque a mesma peça continua com a capacidade de carga original enquanto for bem conservada.
Em obras pontuais e de curta duração, o pontalete pode sair mais barato no fim das contas, já em obras com repetição de pavimentos e várias etapas de concretagem, a escora metálica tende a compensar mais no custo por ciclo.

A escolha vai depender mais do tipo de obra. O pontalete de madeira compensa utilizar em obras pequenas, pontuais, com pé-direito único e prazo curto, onde o investimento em escora metálica não se paga rápido o suficiente.
A escora metálica compensa mais em obras com repetição de pavimentos, pés-direitos variados, prazos apertados e exigência de laudo técnico com dado de carga certificado.
Conforme vimos, o pontalete para escoramento de laje apresenta duas opções: o de madeira e o metálico. Eles resolvem o mesmo problema, que é sustentar laje e viga durante a concretagem, mas partem de lógicas diferentes de custo, regulagem e reuso.
A madeira compensa no investimento inicial de obras pequenas, a escora metálica vale a pena no custo por ciclo de obras maiores e mais recorrentes. A decisão final, incluindo o dimensionamento de qualquer um dos dois, é do profissional responsável pelo projeto estrutural.
Se você chegou até aqui e deseja conferir uma linha completa de escoramento de laje com escora metálica regulável, confira agora mesmo o catálogo completo da IW8.

O pontalete para escoramento de laje custa bem menos quando é de madeira, mas não conta com nenhum dado de carga certificado pelo fabricante. E é em relação a essa troca entre preço baixo e informação técnica que separa madeira e escora metálica na hora de escolher.
No caso da madeira, o corte é feito na hora, sem esperar fornecedor, mas cada pé-direito diferente exige peça nova, e a resistência muda com o tempo, a umidade e o número de reutilizações. Já a escora metálica possui regulagem, o que não necessita de corte, e a capacidade de carga já vem especificada em ficha técnica.
Neste conteúdo, vamos explicar as diferenças, vantagens e limitações do pontalete para escoramento de laje em madeira e metálico. Acompanhe a leitura para saber mais!
É uma peça vertical usada para sustentar fôrma, laje ou viga durante a concretagem, até que o concreto ganhe resistência para se autossustentar. Por exemplo, o pontalete de madeira é cortado sob medida para cada altura, enquanto a escora metálica é regulável e ajustável por rosca dentro de uma faixa de trabalho.
Os dois têm a mesma função, que é sustentar carga vertical durante a fase provisória da obra, mas um pode ser usado poucas vezes ou é descartado pós-obra e outro se adapta a alturas diferentes e é pensado para ser reaproveitado ao longo de várias obras.

Muito usado em obras de menor porte ao redor do Brasil. Possui benefícios relacionados a custo de entrada e flexibilidade de corte, mas com limitações no reuso.
Custo de entrada menor: madeira bruta ou reaproveitada costuma ter preço de entrada mais baixo que escora metálica, principalmente em obras pequenas com uso pontual;
Corte sob medida no canteiro: a equipe corta a peça na hora, sem depender de fornecedor externo nem esperar entrega;
Familiaridade da mão de obra tradicional: em regiões onde o pontalete de madeira ainda é padrão, a equipe já sabe montar e calcular sem treinamento adicional.
Comprimento fixo após o corte: não se ajusta para outra altura, ou seja, cada pé-direito diferente exige nova peça, ao contrário da escora regulável;
Sem capacidade de carga informada pelo fabricante: o dimensionamento depende inteiramente do cálculo do engenheiro responsável;
Degradação com uso e umidade: a exposição ao clima do canteiro causa rachadura, empenamento e apodrecimento;
Empenamento compromete o alinhamento: madeira torta afeta a verticalidade da escora, um problema que o tubo metálico não tem;
Descarte após a obra: por não ser reaproveitável em outra altura, boa parte do lote vira resíduo de canteiro, diferente da escora metálica, que volta para o estoque.
Quando se fala em pontalete para escoramento de laje, a escora metálica se sobressai em relação ao suporte em madeira. Veja abaixo:
A escora metálica se ajusta a diferentes pés-direitos por um sistema de regulagem com pino e rosca, dentro da faixa de trabalho do modelo, sem cortar material nem esperar por uma nova peça. Isso diminui o desperdício e agiliza a montagem em obras com alturas variadas entre pavimentos.
Diferente do pontalete de madeira, a escora metálica vem com capacidade de carga especificada pelo fabricante, na posição fechada e na posição aberta. Esse dado entra direto no cálculo do engenheiro responsável pelo projeto de escoramento, em vez de depender só de estimativa de campo.
Bem conservada, a escora metálica mantém a capacidade de carga original entre uma obra e outra, sem o desgaste progressivo que a madeira sofre com exposição e uso repetido.
Precisamos entender que a comparação de custo entre pontalete de madeira e escora metálica só pelo preço de compra dá uma resposta incompleta.
Por mais que o material em madeira é mais barato, ele perde valor a cada ciclo de uso: corta, racha, empena e, na maioria das obras, não mantém a mesma performance depois de poucas concretagens.
A escora metálica tem um custo mais alto, sim, mas o investimento se dilui ao longo de várias obras, porque a mesma peça continua com a capacidade de carga original enquanto for bem conservada.
Em obras pontuais e de curta duração, o pontalete pode sair mais barato no fim das contas, já em obras com repetição de pavimentos e várias etapas de concretagem, a escora metálica tende a compensar mais no custo por ciclo.

A escolha vai depender mais do tipo de obra. O pontalete de madeira compensa utilizar em obras pequenas, pontuais, com pé-direito único e prazo curto, onde o investimento em escora metálica não se paga rápido o suficiente.
A escora metálica compensa mais em obras com repetição de pavimentos, pés-direitos variados, prazos apertados e exigência de laudo técnico com dado de carga certificado.
Conforme vimos, o pontalete para escoramento de laje apresenta duas opções: o de madeira e o metálico. Eles resolvem o mesmo problema, que é sustentar laje e viga durante a concretagem, mas partem de lógicas diferentes de custo, regulagem e reuso.
A madeira compensa no investimento inicial de obras pequenas, a escora metálica vale a pena no custo por ciclo de obras maiores e mais recorrentes. A decisão final, incluindo o dimensionamento de qualquer um dos dois, é do profissional responsável pelo projeto estrutural.
Se você chegou até aqui e deseja conferir uma linha completa de escoramento de laje com escora metálica regulável, confira agora mesmo o catálogo completo da IW8.